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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

On Job

Dizia eu que esta empresa é desorganizada. Esta empresa merece um post só para ela! O Slogan desta empresa é tão simples e directo que até baralha "NÃO SEI"!
"O Cliente hoje requer a nossa presença? Não sei!"
"Para quando agendamos novo arranque? Não sei!"
"Quem é que me pode dizer alguma coisa em concreto? Não sei!"
"Hmmm... Então são todos parvos... Não sei!"
E é assim que, aos 24 anos, na primeira experiência de emprego a sério, o máximo que aprendo é a dizer "Não sei!". Não se pense que já não abordei a questão, que já não tentei mostrar que não é boa prática, que degrada a imagem externamente e deteriora as relações profissionais internamente. Eu já tentei, a sério, tentei muito, e o que me disseram é que o "não sei" é uma protecção. Portanto, se o cliente perguntar alguma coisa, eu respondo "não sei", porque assim dá-me tempo para pensar na resposta e contactá-lo posteriormente. Eu achava que nós devíamos estar preparados para responder com eficácia e eficiência a qualquer solicitação. Estava errada!
Não gosto desta (des)organização. De todo! Tenho pânico dela porque estamos sempre a errar e a induzir em erro. No entanto, falta um mês para terminar o estágio e eu começo a entrar em pânico. Não me parece que vá cá ficar e está muito difícil arranjar trabalho. Se não ficar até pode ser bom, que eu sou contra trabalho sugadores de saúde e sanidade, mas começo a pensar na procura de trabalho, nas entrevistas, nas candidaturas, nas respostas negativas e dá-me um aperto no estômago. Não sei se quero ficar aqui, mas sei que não quero ficar em casa. Não consigo estar em casa. Parar uma semana ou duas até podia ser bom mas era sinal de que não seriam só uma ou duas. Era sinal de que isso se iria prolongar por algum tempo e esse tempo não é nada bom.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Bueno...

O fim-de-semana correu bem. Muitos abracinhos e beijinhos e saudades que se mataram. E eis que chegou a Segunda-feira. Desde esse dia que chego a casa depois das 21h e saio ainda nem 8h são. Estive dois dias a ouvir falar e a tentar falar espanhol, coisa que me dá umas boas dores de cabeça... Entretanto, prendas de Natal, são poucas por esta altura, muito poucas. Preciso de tempo. Mas isso não há...

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O que fazer quando...

o nosso namorado está chateado (ou amuado) por qualquer razão que desconhecemos e não quer falar sobre isso? Espero que passe, se possível, ou espero que rebente a bomba do "acho que é melhor afastarmo-nos"?

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

6 meses hoje... Quanto mais o tempo passa pior é.


Dizias que nós éramos o melhor presente que Deus te tinha dado. Estavas enganado. O presente que veio de Deus foste tu, para nós.
Agora ninguém me liga para saber se cheguei ao destino ou se a estrada está transitável, ninguém quer saber da prateleira que está quase a cair, ninguém me acorda quando desligo o despertador e adormeço.
Pior do que isso é o simples facto de não te ter, apesar de te sentir. Não ouvir a tua voz, a tua gargalhada, a tua chave na porta, o beijo que davas à mãe, o grito de golo do Sporting. Saber que isso nunca mais vai acontecer dói. Dói também pensar em tudo aquilo que não vamos poder partilhar. A nossa vida continuou, algumas coisas mudaram entretanto, mudarão muitas mais daqui para a frente, e não as podemos partilhar contigo. Não posso saber a tua opinião, ouvir as tuas teorias e explicações, ter os teus incentivos quando as coisas correm mal nem os teus parabéns pelas conquistas.
Sei que tu continuas a acompanhar-nos, a proteger-nos e a cuidar de nós. Apenas de forma diferente, forma que tu escolheste. Respeito-te por isso, apesar daquilo que custa. Respeito-te porque isso foi o que sempre me ensinaste a fazer: olhar para a vida como ela é e não como gostaria que fosse. Respeito porque sei que o amor vai ser sempre mais forte do que a morte. Respeito porque foste sempre o exemplo e serás sempre aquele que vou procurar quando precisar de indicações, aquele que vai consertar o que estiver avariado, aquele que me vai passar a mão pesada pela cabeça quando precisar de acordar.
Mas, apesar de tudo, tenho pena, tanta pena, por tudo ter terminado assim. E tenho saudades, tantas saudades.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Afazeres #2


Ora, vejamos:
  • tenho um módulo para acabar,
  • outro para começar a preparar,
  • relatórios em atraso,
  • amigos que não vejo há demasiado tempo,
  • compras que já devia ter feito e não fiz,
  • consultas no dentista que ainda não foram marcadas,
  • outras consultas que nem perspectiva tenho de quando serão,
  • unhas por arranjar,
  • depilação por fazer,
  • cabelo por cortar,
  • computador por formatar.
Digam-me, sinceramente, anda a pessoa a esfalfar-se, a dormir pouco e mal, a trabalhar doente, a levantar-se de manhã com o peso de 5 camiões tir em cima para quê? O IVA vai subir, vão ser feitos cortes a torto e a direito, a maior parte das empresas vão fechar. O sporting não joga nada e eu não tenho tempo para fazer o que preciso, muito menos aquilo que gosto. Inteligentes aqueles que ficam em casa a receber subsídios e a viver descansadinhos. Eu também queria mas diz que não posso.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

WTF?? (2)


Eu devo ser um monstro, alguém que não merece cinco minutos de felicidade (ou de paz, que isto de felicidade é difícil). Se calhar mereço tudo o que me acontece, todas as promessas quebradas (burra fui eu de acreditar nelas) e todos os sonhos desfeitos (não me adianta sonhar). Já devia saber que nunca serei completamente feliz e realizada, que nunca estarei completamente preenchida e resolvida. Se até agora ainda havia alguma esperança, hoje foi-se.

P.S. - Sou eu e esta Cheryl Cole. Desgraçadas nós!

quinta-feira, 26 de agosto de 2010