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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Bueno...

O fim-de-semana correu bem. Muitos abracinhos e beijinhos e saudades que se mataram. E eis que chegou a Segunda-feira. Desde esse dia que chego a casa depois das 21h e saio ainda nem 8h são. Estive dois dias a ouvir falar e a tentar falar espanhol, coisa que me dá umas boas dores de cabeça... Entretanto, prendas de Natal, são poucas por esta altura, muito poucas. Preciso de tempo. Mas isso não há...

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

WTF??? (3)

Ando com umas insónias terríveis... Não sei o que se passa mas não durmo quase nada ultimamente. Só me dá sono quando estou no trabalho. Porque será?

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Entretanto...

Eis o que eu fiz ao cabelo:

A única diferença é que a mim fica muito melhor!
(pelo menos gostava de me convencer disso)

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Hoje

Hoje vou ver a psicóloga outra vez. Ansiosa que estou, a ver se esta vez corre tão bem como a primeira. Estou mais receosa, por outro lado. Ela pediu-me para escrever uma carta e não tive coragem de o fazer. Não sei porquê. Acho que ela lhe imprimiu um carácter definitivo, a última carta, as últimas palavras, e eu não quero dizer as últimas já. Quero poder "dizê-las" sempre, continuar com a sensação de que posso, a qualquer momento, acrescentar mais alguma coisa, partilhar um acontecimento, explicar um facto qualquer. Não quero escrever a última e finalizar uma conversa. Não estou preparada para terminar o contacto, ainda que não seja físico. Aliás, ou muito me engano, ou isso nunca será possível. É impensável dar por terminado o contacto entre um pai e uma filha, muito menos neste caso, quando fica tanta coisa por dizer, por perguntar e esclarecer. Compreendo a importância que isso poderá ter para me sentir melhor, mais leve, para exteriorizar aquelas emoções que, segundo ela, se encontram bloqueadas. Mas quando as exteriorizar tem de ser definitivo? Aquilo que disser agora serão as últimas palavras? Então preciso de algum tempo para pensar no que quero realmente dizer. Isto não pode "terminar" assim.

Errado, Pumps, muito errado. Não tens de pensar no que queres dizer. Tens de dizer o que sentes, tal e qual. Só assim terá o resultado que pretendes: a libertação de emoções. Se pensares nunca vais dizer exactamente aquilo que estás a sentir.

Então, Dra. Psicóloga, se calhar o melhor é ensinar-me a bloquear o pensamento para poder desbloquear as emoções. Não me fale em comprimidos que isso já ando eu a tomar. Nem me diga que é normal sentir-me assim porque se há coisa que eu não me sinto é anormal. Fiz tudo o que me mandou - menos a carta - e mesmo assim não liberto emoções. Será que as tenho, Dra. Psicóloga? Se calhar sou mesmo feita de aço, como sempre disse. E purpurinas!

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Psicóloga

Ontem foi a primeira consulta com a psicóloga. Uma querida. Amorosa. Super simpática e bem-disposta. Conversamos muito, fez-me chorar muito, fez-me sentir bem outra vez. Queria que fosse lá já na próxima semana mas não vai dar. Agora só daqui a 15 dias. Tenho a ligeira sensação que adorou os meus amigos (eu, como boa amiga, só disse bem deles) e gostou bastante do facto de eu ter um blog. Espero que não seja uma hacker que vai acabar por me encontrar. É que quero poder dizer mal dos dias em que não me apetecer lá ir. Muito importante: ensinou-me um exercício de relaxamento. Por isso, a partir de agora, se me virem de olhos fechados, mão na barriga, a inspirar e expirar profundamente, não, não estou louca. Estou a relaxar! :)

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Hoje tenho consulta na Sra. Dra. para saber se a medicação está a fazer efeito ou não, ou seja, se continuo maluca ou está a passar. Eu cá acho que estou pior. Até marquei duas consultas no dentista com intervalo de uma semana... Não posso andar bem da cabeça!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Pronto!

Só podia dar nisto. Andar a esticar a corda, a tentar desdobrar-me em trabalho, estudos, vida social e lazer só podia dar numa visitinha ao médico. Não foi uma visita simpática como de costume. Normalmente quando lá vou já lhe levo o diagnóstico e ele só tem de me prescrever a medicação - ora, estou com cólicas, dores abdominais, diarreia, vómitos, febre mas o meu primo esteve com gastroenterite vírica e eu acho que a contraí também; ou estou dores de garganta brutais, uma pontada no ouvido, febre, dores de cabeça e dores musculares, acho que tenho uma amigdalite ou, na melhor das hipóteses, uma gripezinha... mas atenção que sou alérgica à penicilina. Desta vez entrei consultório adentro e entre lágrimas e soluços só dizia: não aguento mais! não aguento mais! acho... que... atingi... o... limite!

A cara de aflita da médica teria sido motivo para me rir se estivesse noutra situação. As palpitações, os tremores, as lágrimas que não paravam de cair, o aperto no peito, o ar que não chegava aos pulmões, fizeram com que não conseguisse sequer esboçar um sorriso de cortesia. Diagnóstico: ataque de ansiedade (termo muito pouco científico, para quem não sabe) provocado por depressão. Procedimento: casa, anti-depressivo, aumento da dosagem de calmantes e consultas regulares de psiquiatria. (BOA!!!!)

Lado bom da questão: imagino que as minhas próximas férias sejam no Magalhães Lemos. É low-cost. E como tudo o que é low cost, é fashion!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Muito bom!


Na Cosmopolitan deste mês vem um artigo sobre "Como sobreviver ao Primeiro Emprego". Não se trata de um artigo de profunda reflexão mas pode ajudar a compreender algumas coisas e a desmistificar outras tantas. Aconselho a todas as meninas que estão agora a começar.