Mostrar mensagens com a etiqueta saúde. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta saúde. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

WTF??? (3)

Ando com umas insónias terríveis... Não sei o que se passa mas não durmo quase nada ultimamente. Só me dá sono quando estou no trabalho. Porque será?

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Eu sabia

Eu sabia que dançar fazia bem ao corpo e à mente, que tonificava as pernas e melhorava a postura, que aumentava a auto-estima e a auto-confiança. Só não pensei que sentia resultados em tão pouco tempo. Quais antidepressivos ou calmantes... Precisava era de fazer aquilo umas 3 ou 4 vezes por semana e andava aí toda radiosa.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Balanço da Psicóloga

Ora, ontem a consulta demorou quase duas horas. Nem dei conta do tempo passar. Ela põe-me a falar com uma facilidade incrível. Conversamos sobre imensas coisas, sobre o trabalho, as relações familiares, os amigos, o namorado. Perguntou-me se conseguia descrever nesta fase o meu sentimento, se há uma emoção que caracterize o meu estado. Respondi-lhe apatia. Ela ficou um bocadinho chocada. Disse que não me achava nada apática. Cansada, esgotada, sim; apática não. Talvez me sinta apática porque não tenho a força que tive em tempos, dizia ela. Pois, não sei! Se calhar é isso. Se calhar não é! Esclareceu-me que mais do lidar com o luto propriamente dito, com a perda das pessoas em questão, tenho de lidar com as marcas que isso deixa, com a influência que isso teve na minha personalidade e atitude. É fofinha! Saio de lá sempre muito calma e tranquila. Ela dá-me tarefas, trabalhos para fazer, para tentar melhorar o meu estado de espírito. Diz-me também para chorar. Sempre que tiver vontade para chorar. "Oh... mas isso eu não faço. Pelo menos não em público." Vou ter de fazer agora pelos vistos. Gabo-lhe o esforço de me tentar pôr a chorar. Vamos ver no que vai dar.

Parte boa da questão, agora tenho desculpa para tudo. A mãe pede para lavar a loiça. "Não posso! A psicóloga disse para não participar em nada contrariada ou que me provoque angústia!" Vamos ao Bar X? "Não posso. A psicóloga disse-me para estar apenas em sítios que goste e me sinta bem." Comes sopa? "Não! A psicóloga disse para não fazer nada que não gosto." Fantástico! :)

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Hoje

Hoje vou ver a psicóloga outra vez. Ansiosa que estou, a ver se esta vez corre tão bem como a primeira. Estou mais receosa, por outro lado. Ela pediu-me para escrever uma carta e não tive coragem de o fazer. Não sei porquê. Acho que ela lhe imprimiu um carácter definitivo, a última carta, as últimas palavras, e eu não quero dizer as últimas já. Quero poder "dizê-las" sempre, continuar com a sensação de que posso, a qualquer momento, acrescentar mais alguma coisa, partilhar um acontecimento, explicar um facto qualquer. Não quero escrever a última e finalizar uma conversa. Não estou preparada para terminar o contacto, ainda que não seja físico. Aliás, ou muito me engano, ou isso nunca será possível. É impensável dar por terminado o contacto entre um pai e uma filha, muito menos neste caso, quando fica tanta coisa por dizer, por perguntar e esclarecer. Compreendo a importância que isso poderá ter para me sentir melhor, mais leve, para exteriorizar aquelas emoções que, segundo ela, se encontram bloqueadas. Mas quando as exteriorizar tem de ser definitivo? Aquilo que disser agora serão as últimas palavras? Então preciso de algum tempo para pensar no que quero realmente dizer. Isto não pode "terminar" assim.

Errado, Pumps, muito errado. Não tens de pensar no que queres dizer. Tens de dizer o que sentes, tal e qual. Só assim terá o resultado que pretendes: a libertação de emoções. Se pensares nunca vais dizer exactamente aquilo que estás a sentir.

Então, Dra. Psicóloga, se calhar o melhor é ensinar-me a bloquear o pensamento para poder desbloquear as emoções. Não me fale em comprimidos que isso já ando eu a tomar. Nem me diga que é normal sentir-me assim porque se há coisa que eu não me sinto é anormal. Fiz tudo o que me mandou - menos a carta - e mesmo assim não liberto emoções. Será que as tenho, Dra. Psicóloga? Se calhar sou mesmo feita de aço, como sempre disse. E purpurinas!

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Psicóloga

Ontem foi a primeira consulta com a psicóloga. Uma querida. Amorosa. Super simpática e bem-disposta. Conversamos muito, fez-me chorar muito, fez-me sentir bem outra vez. Queria que fosse lá já na próxima semana mas não vai dar. Agora só daqui a 15 dias. Tenho a ligeira sensação que adorou os meus amigos (eu, como boa amiga, só disse bem deles) e gostou bastante do facto de eu ter um blog. Espero que não seja uma hacker que vai acabar por me encontrar. É que quero poder dizer mal dos dias em que não me apetecer lá ir. Muito importante: ensinou-me um exercício de relaxamento. Por isso, a partir de agora, se me virem de olhos fechados, mão na barriga, a inspirar e expirar profundamente, não, não estou louca. Estou a relaxar! :)

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Medicina do Trabalho

Ora lá fui eu à consulta de medicina do trabalho que tanta ansiedade provocou durante a semana. Durante a viagem até lá fiquei a saber que os exames não são os mesmos para toda a gente. Primeiro estranhei. Depois achei o efeito surpresa muito interessante. "O que será que me vão fazer a mim?"
Chegada ao local, prédio manhoso na baixa da cidade, sou atendida por uma "assistente" que me faz umas perguntinhas básicas e me leva para uma sala. Nessa sala testa-me a visão (e fica espantadíssima com a irregularidade da mesma) e tenta fazer-me um ECG (que não fez porque o aparelho avariou). Até aqui tudo mais ou menos normal. Até que ela diz "Pode vestir. É desconfortável estar aí assim. Ainda por cima tem o peito tão grande..." OI? COMO? Então agora a "assistente que afinal é médica" pode chamar-me mamalhuda assim sem mais nem menos? Faço um sorriso amarelo e lá me vou arranjando, preparada para um "pronto, está tudo bem, pode ir andando" quando ela diz "sabe, devia pensar em fazer redução mamária..." Outra vez: OI? COMO? Então a medicina do trabalho agora preocupa-se com isso? Esteve ela a explicar-me os procedimentos, que era óptimo, que foi o melhor que ela podia ter feito (também já foi mamalhuda), que tirou 2kg e tal de mamas, bla bla bla... Já desesperada com a conversa perguntei se podia ir embora. "Sim, daqui pode, tem só de ir ali ao Senhor Doutor ao lado". (Oh fogo, que isto nunca mais acaba e eu já me estou a sentir mal)
Entro no segundo consultório. Médico novinho, girinho, abre a boca e... é gago! "Cala-te, Pumps, não te rias!" Só me disse que precisava praticar desporto, que me ia fazer bem ao corpo e à alma, além de ser um relaxante natural. Estás certinho!!!
Saio de lá com o colega que me acompanhou e que, em vez de entrar na paragem do metro mais próxima, decide andar até à mais longe "para fazer exercício". Eu de saltos enormes pelas ruas da baixa... Só podia correr mal! Hoje estou com os pés num caco, a auto-estima de rastos e a motivação para exercício abaixo de zero. Benditas consultas estas!

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Hoje tenho consulta na Sra. Dra. para saber se a medicação está a fazer efeito ou não, ou seja, se continuo maluca ou está a passar. Eu cá acho que estou pior. Até marquei duas consultas no dentista com intervalo de uma semana... Não posso andar bem da cabeça!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Dentista ?!

Balanço da consulta na dentista.

Diz que tenho umas coisinhas para tratar e vou ter de lá voltar algumas vezes. Por acaso é boa moça, praticamente não me magoou, conversa bastante sozinha (uma vez que por ter as mãos dela na minha boca não lhe posso responder) e fez-me ter uma nova e melhorada imagem desses terríveis seres que se dedicam a enfiar brocas e aspiradores na nossa boquinha. Tirando uma certa dorzinha no dia seguinte, teria sido perfeito. No próximo sábado lá estarei.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Pronto!

Só podia dar nisto. Andar a esticar a corda, a tentar desdobrar-me em trabalho, estudos, vida social e lazer só podia dar numa visitinha ao médico. Não foi uma visita simpática como de costume. Normalmente quando lá vou já lhe levo o diagnóstico e ele só tem de me prescrever a medicação - ora, estou com cólicas, dores abdominais, diarreia, vómitos, febre mas o meu primo esteve com gastroenterite vírica e eu acho que a contraí também; ou estou dores de garganta brutais, uma pontada no ouvido, febre, dores de cabeça e dores musculares, acho que tenho uma amigdalite ou, na melhor das hipóteses, uma gripezinha... mas atenção que sou alérgica à penicilina. Desta vez entrei consultório adentro e entre lágrimas e soluços só dizia: não aguento mais! não aguento mais! acho... que... atingi... o... limite!

A cara de aflita da médica teria sido motivo para me rir se estivesse noutra situação. As palpitações, os tremores, as lágrimas que não paravam de cair, o aperto no peito, o ar que não chegava aos pulmões, fizeram com que não conseguisse sequer esboçar um sorriso de cortesia. Diagnóstico: ataque de ansiedade (termo muito pouco científico, para quem não sabe) provocado por depressão. Procedimento: casa, anti-depressivo, aumento da dosagem de calmantes e consultas regulares de psiquiatria. (BOA!!!!)

Lado bom da questão: imagino que as minhas próximas férias sejam no Magalhães Lemos. É low-cost. E como tudo o que é low cost, é fashion!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010